Estamos na reta final para a decisão mais ou menos importante da política brasileira. Domingo é dia de eleição e a "caça às bruxas" já está rolando faz tempo. Em quem votar para presidente do Brasil? Qual o destino da nação nas mãos de A ou B?
Já é de conhecimento público que eu não discuto religião ou política. Não tenho paciência, estômago ou ideia do que a pessoa está tentando me coagir a aceitar. Então, me reservo o direito de ficar calada e deixo a confusão para os demais.
Mas, falando em Brasil, a pátria amada tem sérios problemas que ninguém consegue resolver. Politicamente correto, não tem ninguém que se enquadre no modelo ideal de líder da nação. Sinceramente, me falta paciência para escutar tanto discurso de "eu sou o melhor" candidato.
E a politicagem vai rolando nas redes sociais, nos debates, nos memes, na estrada da vida até chegar às urnas. Domingo vai ter churrasco para alguns e para outros, passeatas nas ruas. O céu azul vai se colorir em verde-amarelo ou vermelho sangue.
Mas é no dia a dia que a gente percebe o descaso, a maracutaia, as falácias de quem prometeu, já no intuito de não cumprir dois terços daquele emaranhado de "história pra boi dormir".
Enfim, no meu caso, a preocupação nem é com o Brasil, mas com a repercussão de determinadas atitudes do presidente atual, em relação à nação de Israel. Aí, nem tem negociação. Sinto muito. Jamais votaria num pessoa que assume o antissemitismo e faz declarações e atos consecutivos diante das outras nações para denegrir a imagem de Israel.
A verdade é que o brasileiro "joga as cartas na mesa" e paga para ver quando se trata de política. Mas eu confesso que estou mais preocupada com as decisões eleitorais em Israel que vão acontecer dia 27. Porque aqui, no Brasil, o que acaba em pizza respinga no povo.
Então, amanhã faça o seu melhor com responsabilidade e consciência plena do que esperar na próxima temporada.
Marion Vaz

