E fechar um ciclo é reconhecer que bons ou maus momentos tiveram influência sobre nós até certo ponto. Agradecemos a D-us pelas experiências, pelo aprendizado e até mesmo pelos incômodos.
E reconhecer nossos limites é identificar ações e reações que nos levaram para outro patamar. E sim, precisamos mudar de fase, de propósito e às vezes, de ambiente, de amizades.
O medo que travou nossas decisões no passado desafia o desconhecido, o dia de amanhã, as novas tarefas, os novos projetos. Mas é preciso vivenciar cada etapa, cada ideia, emoção e oportunidades de desprendimento.
Esta aceitação e reconhecimento pessoal nos faz seguir em frente para novos polos, novos horizontes. E assim, fechamos ciclos que ficam ocupando espaço no coração, no armário, nas gavetas. Ressentimentos, culpa, erros imaginários e mágoas precisam ficar lá atrás, na curva da estrada da vida.
E assim, soltamos as amarras, destravamos portas e janelas e esvaziamos gavetas. Sem medo, sem remorsos. A inquietação dá lugar à certeza, à esperança, à motivação de seguir em frente.
E fechar um ciclo é entender que outros ciclos estavam esperando, se movendo, como um presente da vida. Então, abrace as oportunidades, reconfigure projetos e a própria consciência para que cada passo tenha um significado.
Marion Vaz