segunda-feira, 7 de novembro de 2011

População Mundial em 2011

Mundo atinge marca de 7 bilhões de pessoas


A data de 31 de outubro foi celebrada em várias cidades do mundo como o dia em que a população mundial atingiu 7 bilhões de pessoas. Os nascimentos de bebês em diferentes localidades simbolizam o marco histórico.

Danica May Camacho, nascida no domingo, dois minutos antes da meia-noite, no José Fabella Memorial Hospital, um centro público da capital filipina, tem 2,5 quilos. Seus pais, Florante Camacho e Camille Dalura, foram felicitados por representantes das Nações Unidas.

No Brasil, a menina Ana Beatriz passou a integrar esse bilionário mundo às 12h13 (horário de Brasília), com 49 centímetros e 3,160 quilos. Ela nasceu na maternidade Amparo Materno, na Vila Clementino, em São Paulo,

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Igreja ao gosto do freguês




Achei esse artigo de T.A.McMahon  bem interessante e estou compartilhando com vocês.
 
O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). 

A pesquisa questiona os que não freqüentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os "desigrejados", mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!

Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren. Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de igrejas, com 9.500 igrejas-membros.

Em 2003, 100.000 líderes de igrejas assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek. Acima de 250.000 pastores e líderes de mais de 125 países participaram do seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60 mil pastores recebem seu boletim semanal.

Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser confundido com a sede de uma corporação ou um shopping Center de alto padrão. 

Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que está na praça de alimentação assistir aos cultos. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.

Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única mega igreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados métodos. As Mega Igrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do Mcdonalds, tudo para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas igrejas estejam lotadas, sua freqüência não é o único elemento que avaliamos ao analisar essa última moda de "fazer igreja".



O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. 

Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado – e eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?

Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós. 

Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).


Mega igrejas adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds. 



Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.

Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura – músicas das paradas de sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de multimídia e mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens freqüentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal, salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a pessoa necessita – e ajudando-a na solução de seus problemas.

Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para alguns observadores seculares.




domingo, 30 de outubro de 2011

Halloween



Outubro passou a ser o mês do Halloween, pelo menos é a proposta dos canais de televisão. Essa semana a maioria das programações inclue filmes, desenhos e seriados que tenham esse tema. São fantasmas, bruxas, vampiros, abóboras, sangue, terror, sustos e muito suspense e gritos assustadores! Não importa a idade da criança ou adolescente, tem programa para toda a família. 

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representada nos Estados Unidos, levada pelos imigrantes irlandeses que chegaram em meados do século XIX.



História do Dia das Bruxas - Esta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas colocavam nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.


Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição. 

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições - Por estar relacionada em sua origem à morte, a festa resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankenstein.

As crianças também participam desta festa e com a ajuda dos pais usam fantasias assustadoras e batem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doces ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.

Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).



Eu estou vivo (I'm Alive)

sábado, 29 de outubro de 2011

Dia do Livro


O dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional do Livro em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional, que ocorreu em 1810. Só a partir de 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil.

O primeiro livro publicado aqui foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador.

Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.


A UNIDADE DA IGREJA E A ESPIRITUALIDADE CRISTÃ


Nos últimos dez anos os sites de relacionamentos tiveram um crescimento exponencial no seu uso e relevância para a vida pessoal e profissional dos seus usuários. No inicio do século XXI o “Orkut” conquistou espaço na vida virtual dos brasileiros. Com o passar dos anos percebeu-se a constante necessidade de estar conectado. Atualmente, as redes de maior influencia no Brasil (Facebook, Twitter e Linkedin) tem relevância garantida em ambientes profissionais, em gestão de negócios, em comunicação e em pesquisas. 

Seguindo esta tendência, em busca da conectividade as pessoas têm criado diversos perfis virtuais e passam dias inteiros ‘logadas’ acompanhando cada postagem realizada pelos membros da sua rede. Tudo isso é motivado pelo desejo de ser informar instantaneamente. Tem-se vivido ‘ON’. Em decorrência da opção por este estilo de vida virtual, os contatos (humanos) passam a ser realizar quase que exclusivamente através da rede. (Hoje, não contamos novidades aos amigos, postamos na rede! Não ligamos para parabenizar pelo Aniversário, deixamos ‘scraps’ de ‘feliz niver’! O famoso ‘que bom lhe ver novamente’ não é pronunciado em um encontro, mas é postado em um perfil.)

A comunicação está sendo alterada não apenas pela mudança dos meios comunicação, mas é atingida até em seu idioma. Novas palavras e verbos são criados: twittar já pode ser conjugado!

Enfim, uma coisa é certa: a internet veio para ficar! E as redes sociais mudaram o mundo. De certa forma elas aproximaram pessoas e culturas que viviam longe. Embora, tenham afastado muitos que viviam próximo – amigos que deixaram de estar ligados um ao outro, para estar apenas ‘na rede’.

Na rede algumas conexões são reais, outras são frágeis, muitas são apenas virtuais e decididas por apenas um click. Mas, qual será o motivo para tamanho sucesso das redes sociais? Talvez, seja o íntimo e sincero desejo do ser humano de não estar só. Todos nós desejamos estar ligado a alguém. Conexão é a palavra chave. O seu humano tem a necessidade de se relacionar. Embora, alguns tentem se iludir com uma aparente auto-suficiência, nós fomos criados para estar conectados ao próximo e a Deus.

 O Conceito de Unidade
Nos relatos bíblicos sobre nossa origem é possível identificar a primeira alusão a uma vivencia em unidade: Primeiro em Deus (“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem...” Gn 1:26), o que nos mostra que a multiplicidade está na essência de Deus sem ameaçar sua unidade trinitária. Em seguida, ao longo dos capítulos 2 e 3 de Gênesis conhecemos a narração sobre a criação de Adão e Eva e sobre a unidade que havia entre eles, entre ambos e o meio ambiente no qual viviam e entre os dois e Deus. De modo que é possível percebermos que o ser humano foi gerado em um ambiente de relacionamentos horizontais (entre pessoas e meio ambiente) e vertical (com o ser e Deus).

Unidade é uma característica de um relacionamento maduro, aperfeiçoado e crescente. Ela pode acontecer em diversas relações. É possível viver em unidade com Deus, com o cônjuge, com a família, com amigos, com irmãos, como também com a Igreja. Neste trabalho, faremos reflexões e considerações sobre a experiência da unidade entre os membros da Igreja de Cristo.

Cabe esclarecer a definição de Igreja que está sendo utilizada nesta obra. Referimo-nos a Igreja Universal invisível e indivisível de Cristo estabelecida por Ele mesmo, conforme mencionado em Mateus 16:18 por Jesus e em 1 Coríntios 12: 13 e 27 por Paulo. Também chamada de ‘A noiva de Cristo’ (2 Co 11:2), ‘Casa Espiritual’ e ‘Sacerdócio Santo’ (1 Pe 2:5), por Pedro. É sobre esta instituição que não se limita por espaço geográfico, tempo, etnia e costumes que trataremos.

Primeiramente, é preciso compreender o que NÃO é unidade.
a)      Unidade NÃO é Unanimidade: Unânime é o grupo de pessoas onde não há discordância ou variação de opinião, no qual todos possuem o mesmo pensamento e sentimento. Unidade pode existir em meio a unanimidade, entretanto esta não é pré-requisito daquela.
b)      Unidade NÃO é Uniformidade: O dicionário Priberam define ‘uniforme’ como algo “Que só tem uma forma; que não varia nada, que é sempre o mesmo;. Regular; igual; constante, compassado.”[1] A unidade da igreja não depende de uma uniformidade de organização e de gestão. A unidade convive pacificamente com a multiforme graça. 

c)      Unidade NÃO é União: União é uma associação entre duas pessoas ou mais. Trata-se de uma filiação motivada por algum propósito. Porém ela não garante a existência ou a manutenção da Unidade.
Afinal, o que é Unidade? Merrill Tenney, ao tentar responder esta pergunta, faz a seguinte consideração:
Unanimidade significa uma concordância absoluta de opinião dentro de um determinado grupo de pessoas. Uniformidade é a completa similaridade organização ou de ritual. União significa afiliação política, sem necessariamente incluir concordância individual. Unidade exige unicidade do interior do coração e propósito essencial, através de um interesse comum ou de uma vida comum.[2]

Podemos entender a proposta de Deus para a unidade da Sua Igreja se observarmos a sua trindade. O Deus Trino (Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo) são um. Possuem a mesma essência, embora se manifestem em três pessoas distintas. Entre as pessoas de Deus há características e ações que as diferem entre si. Entretanto, convivem em perfeita harmonia, sintonia e unidade. 

O mistério da trindade é exposto por Cristo em diversas passagens bíblicas. Em João 14: 7-11 Jesus declara sua perfeita e completa unidade com o Pai. De modo que é possível observar que multiplicidade de formas e diferenças pessoais não são impedimentos para à vivencia da unidade. Se aplicarmos esse princípio ao convívio e relacionamento com os membros que compõem a Igreja, conseguiremos experimentar a proposta apresentada em João 17:21: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.” 

Experimentar a unidade nos relacionamentos com o próximo é viável. Esta unidade perfeita do Deus Trino é um espelho do que podemos alcançar. A solidez dessa unidade está garantida no sacrifício vicário de Cristo, o qual estabeleceu o novo tempo (de Graça) e sua própria ekklesia – comparada como Seu Corpo. ( 1 Co 12:12-27).

Sobre isto Keith Phillips faz a seguinte observação:
Um corpo Cristão que funciona procura estimular a maturidade de todos os seus membros. Como o corpo não é mais forte do que sua parte mais fraca, a saúde depende do bem-estar de cada membro. (...) O relacionamento entre os membros do corpo é tão intimo que aquilo que afeta a um afeta a todos. (...) Os membros de um corpo maduro ultrapassam a idéia incompleta de “ir a igreja” e entendem que são a Igreja. Em Cristo, os discípulos estão “sendo edificados juntos, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito.” (Ef 2:22) Não mais restrita a tijolos e argamassa, a igreja funciona com força total no mundo dos negócios, na escola e na vizinhança.[3]

A comparação da composição da Igreja com um corpo humano, tendo Cristo como cabeça, é uma ilustração exemplar do projeto de unidade criado por Deus: a fusão perfeita, completa e sincrônica do diferente, resultando em uma realidade nunca antes experimentada quando estavam separados. Esta unidade pressupõe a diversidade sem desprezar ou invalidar a individualidade. E pode, deve e precisa ser experimentada em nossa historicidade (história vivida) como cristãos. Ela faz parte de nossa jornada espiritual.

            Sobre o Conceito de Espiritualidade
Compreender o conceito de espiritualidade não é algo tão simples. Existem àqueles que, ao tentar defini-lo, simplesmente agregam um adjetivo (cristã) e encerram suas reflexões.

Entretanto, para ponderarmos sobre ‘o que é espiritualidade’ precisamos, primeiramente, definir um espaço-tempo. 

Ao estudarmos a compreensão ou a vivencia da espiritualidade temos que identificar um grupo de pessoas específico e um recorte temporal (a época). Isto porque àquilo que povos europeus ou asiáticos compreendem hoje por espiritualidade não é o mesmo que pensavam alguns milênios atrás. E mesmo povos contemporâneos entre si possuem perspectivas distintas sobre vivência espiritual e religiosa.

Sendo assim, para conhecermos e entendermos o que é espiritualidade e espiritualidade cristã para os brasileiros, teremos que levar em conta o contexto latino americano, nossa trajetória política e social na História, nossos dilemas atuais e nossas heranças históricas. Porque a vivencia e a experiência da espiritualidade acontece em um contexto relacional, com pessoas que estão inseridas em situações sociais, políticas, religiosas e ambientais.

Em nossas aulas na Faculdade Teológica Sul Americana, foi apresentada uma boa proposta de definição de espiritualidade:
Podemos defini-la como uma qualidade não material que diz respeito à vivência, envolvimento, dedicação religiosa em geral, à luz de reflexão e entendimento. Mas, podemos falar também de espiritualidade cristã, que é aquela forma de espiritualidade específica da fé cristã e sua vivência. Neste caso, o seguimento religioso e a experiência mística são orientados pela fé. [4]

Assim, ao tratarmos de espiritualidade cristã no contexto latino-americano precisamos dialogar com mais dois conceitos distintos do primeiro, a saber, o conceito de fé e o conceito de religião, porque toda a vivencia desta espiritualidade está diretamente relacionada com nossas heranças e práticas religiosas e com nossa fé centrada em Cristo.

Artigo de Flavianne Vaz D. Melo da silva



[1] Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Disponível em http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx
Consultado em 27/06/2011 às 15:10h.

[2] TENNEY, Merrill. In GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. P.534.
[3] PHILLIPS, Keith. A formação de um discípulo. São Paulo: Editora Vida, 2010. P. 74-75

[4] SANCHES, Regina Fernandes. Aula 1 – Conceitos de Espiritualidade. In http://virtual.ftsa.edu.br/saladeaula/file.php/35/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Gilad Shalit está livre!


Gilad entrou no território Israelense esse manhã! Esse é um dia de glória para o Estado de Israel que venceu com toda diplomacia e negociou o resgate de um dos seus filhos! É dia para festejar e dar Glórias ao D-us de Israel que nunca abandou o seu povo e que por sua imensa misericórdia também ouviu as orações da família Shalit e dessa humilde escritora. Baruch HaShem Adonai Melech haolam!

Marion Vaz