quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O que seria um Jesus Zumbi?



A divulgação de imagens, opiniões, artigos, sites ou qualquer outro tipo de informações pela Internet, tem seu lado bom e suas discrepâncias. Ao navegar, o internauta fica surpreso com a quantidade de pensamentos informatizados que trafega diariamente, mas também tem que se preparar psicologicamente para encarar as mais variadas e indescritíveis ideologias. 


Ao me deparar com uma determinada comunidade no Orkut, resolvi pesquisar sobre o assunto e o que encontrei assume, no melhor dos casos, total falta de reverência a religião dos outros. Não que isso venha a afetar a crença de alguém que tem sua fé alicerçada em D-us e em seu filho Jesus Cristo. 








E talvez esse não seja o objetivo do autor da site/blog, mas, você vai concordar comigo que esse “Jesus Zumbi” é no mínimo muito estranho. (Sem ofensas!)

"As imagens de Jesus como um morto-vivo que, ao invés de curar enfermidades, faz brotá-las nas pessoas, e outras aberrações mostram um Jesus zumbi que mata as pessoas de maneira bíblica: botando coroa de espinhos, transformando água em sangue, multiplicando peixes, dando lepra. A história também envolve um pastor televisivo e um carpinteiro [também com traços do Senhor] que vai combater o Jesus do mal."


 
A pior delas (na minha opinião) é a imagem de Jesus deitado numa espécie de manjedoura, sendo que seus pais, José e Maria, ao invés de adorá-lo, estão praticamente comendo partes do corpo do filho. 



Certo apresentador de televisão ficou muito irritado ao ver uma determinada  propaganda que se utilizou da pintura da “última ceia” e ao invés de apresentar Jesus e seus discípulos, mostrou várias mulheres em trajes de banho. Isso porque ele não viu a imagem abaixo que representa o versículo bíblico “...Tomai, comei, isto é o meu corpo que é partido por vós..." (1 Co 11.24).




A ideia se espalha e “aprisiona” adeptos em suas tatuagens. Existem objetos a venda que expressam a nova ideologia e até uma página no Twitter.






Abusando da liberdade de expressão desse veículo de comunicação, também queria deixar registrada a minha crítica e o meu descontentamento com o desrespeito a Palavra de Deus. Mesmo porque, o livre-arbítrio que o próprio D-us deu ao homem, não representa uma liberdade isenta de consequências, mas um meio de sermos e podermos representá-Lo aqui na terra.

“Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisto pensai”.
Filipenses 4.8


Marion Vaz

Fonte: http://desmorto.com/o-nascimento-do-jesus-zumbi/
          www.google.com/



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Um homem cansado


Uma viagem através daquela região que separava a Judeia da Galileia não era de fato confortante, mesmo para um viajante de trinta anos de idade. Quando observamos Jesus sentado próximo a um poço, perto da cidade de Sicar, entendemos que ele não estava apenas faminto, visto que seus discípulos tinham ido comprar comida, mas também podemos afirmar que estivesse muito cansado.

Samaria - uma cidade fundada por Onri ficava num monte comprado por dois talentos de prata (1 Rs 16.24). Era habitada por uma mistura de gentes desde que as Tribos do Norte foram levadas ao cativeiro (2 Rs 17.24). Esses colonizadores mantiveram a crença em seus deuses e costumes diferentes dos judeus. Segundo os registros bíblicos houve diversas mortes até que o rei da Assíria autorizou a ida de sacerdotes para que ensinassem o povo a adorar a Deus e assim aplacar a ira do Senhor (vs 27). No entanto, o povo cultivava também a adoração aos seus próprios deuses, imagens de escultura (vs 40- 41).

Na época de Neemias, sacerdotes de Jerusalém chegaram a Samaria e  foram bem recebidos. Na época de Jesus, a cidade mantinha uma independência financeira e religiosa. Interpretavam a vontade de Deus, adorando-o no seu próprio templo e ensinando seus costumes às gerações futuras. A rivalidade entre judeus e samaritanos prevalecia e o desprezo por parte dos judeus chegava ao ponto deles “não se comunicarem com os samaritanos”, ou seja, não havia comunhão entre os dois povos.

O próprio Jesus em um de seus discursos recomendou aos seus discípulos que não entrassem nas cidades dos samaritanos (Mt 10.5), mas que buscassem primeiro as ovelhas perdidas da casa de Israel. Certamente isso evitaria contendas sobre religiões. Mas daquela vez, “era-lhe necessário passar por Samaria” (Jo 4.4).

Essa necessidade pode ser interpretada de duas maneiras: do ponto de vista espiritual ou territorial. Jesus sabia que encontraria ali, uma alma sedenta. Por outro lado, o caminho mais curto para a Galiléia passava pela província de Samaria, embora muitos judeus preferissem usar outra via de acesso, atravessando o Jordão.

Eu quero chamar sua atenção para uma das “chaves” do evangelismo que Jesus nos apresenta: é tão importante falar a uma multidão, quanto falar a uma pessoa somente. Em muitos casos, essa segunda opção podia produzir tanto ou maior resultado, dependendo apenas da receptividade do ouvinte.

Lá estava Jesus, sentado junto ao poço aguardando à chegada da mulher samaritana. O episódio registrado por João dá-se por volta da hora sexta. Um homem cansado, com sede, inicia uma conversa pedindo um pouco de água.

Quantas vezes fugimos de nossa responsabilidade e perdemos oportunidades preciosas com a desculpa de estarmos demasiadamente cansados? Quem ainda não vivenciou uma situação como esta: estamos voltando do trabalho, visivelmente cansado. Entramos numa condução, escolhemos um lugar junto à janela e simplesmente fechamos os olhos durante toda viagem! Interessante não é? Às vezes nem nos damos conta de quem ou quantas pessoas sentaram ao nosso lado durante o trajeto.

E no supermercado? Alguém já se imaginou falando de Jesus naquela imensa fila do caixa depois de transitar com aquele carrinho pelos corredores lotado de gente? Estamos preocupados se a lista de compras está completa. E naquele tumulto na hora do embarque da barca? Impossível! Depois de um dia inteiro de trabalho? Não! Definitivamente eu realmente estou muito cansado!

Eu poderia citar muitos outros exemplos que ocupam o nosso dia a dia e com certeza o amado leitor se incluiria em algum deles. O certo é que o cansaço tem dominado a vida de muita gente. Ele é culpado pelo nosso mau desempenho nas tarefas da igreja, ele impede que alguém vá ao evangelismo numa tarde de domingo. Alguns crentes já chegam tão cansados aos cultos que não se dispõe a dar glória a Deus.          

Imagine caminhar quilômetros por um território atravessando montanhas, vales, contornando esse ou aquele monte? Passando por cidades e vilarejos ou longas distâncias despovoadas, sob sol quente, apenas para conversar uma pessoa? Agora pare um pouco e pense nas facilidades do século vinte e um? Você ainda está cansado?

Então se prepare para uma abordagem diferente. Neste texto bíblico Jesus nos mostra com seu exemplo, a urgência de se falar a respeito do reino de Deus e da salvação aos pecadores.

Imagine que a longa caminhada de Jesus tenha chegado ao fim. Os pés empoeirados, a garganta seca, fome... Finalmente ele pode parar um pouco e descansar assentado numa pedra junto a um poço. De imediato ele manda os discípulos a cidade comprar comida e ele fica só. Talvez quisesse realmente ficar sozinho, afinal, como falam aqueles discípulos! Talvez ele quisesse um tempo a sós com o Pai! De repente, surge uma mulher, ele não podia perder aquela oportunidade e colocar a culpa no cansaço.


Marion Vaz

Texto extraído do livro Párabola do Semeador de Marion Vaz


sábado, 12 de novembro de 2011

Garoto Abençoado



 Jotta A

Depois de participar de vários programas, competindo com outros jovens talentos da musica no Programa do Raul Gil, esse adolescente de 12 anos ganhou o prêmio de Jovens Talentos Kids e um contrato para gravar um CD. Mas não é de hoje que sua voz encanta a todos. Vários vídeos podem ser vistos no You Tube. 

Além da bela voz e muito temor a D-us, simplicidade e simpatia pude notar o carisma desse garoto abençoado, quando cantou no domingo de ceia na Igreja ADVEC, e o testemunho de superação e fé da própria mãe dele que acreditou no poder de D-us.

É um fenômeno que merece e vai conquistar o mundo da música. Parabéns Jota A! Que D-us continue te abençoando!


Marion Vaz


Agnus Dei Jota A no Raul Gil




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

População Mundial em 2011

Mundo atinge marca de 7 bilhões de pessoas


A data de 31 de outubro foi celebrada em várias cidades do mundo como o dia em que a população mundial atingiu 7 bilhões de pessoas. Os nascimentos de bebês em diferentes localidades simbolizam o marco histórico.

Danica May Camacho, nascida no domingo, dois minutos antes da meia-noite, no José Fabella Memorial Hospital, um centro público da capital filipina, tem 2,5 quilos. Seus pais, Florante Camacho e Camille Dalura, foram felicitados por representantes das Nações Unidas.

No Brasil, a menina Ana Beatriz passou a integrar esse bilionário mundo às 12h13 (horário de Brasília), com 49 centímetros e 3,160 quilos. Ela nasceu na maternidade Amparo Materno, na Vila Clementino, em São Paulo,

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Igreja ao gosto do freguês




Achei esse artigo de T.A.McMahon  bem interessante e estou compartilhando com vocês.
 
O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). 

A pesquisa questiona os que não freqüentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os "desigrejados", mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!

Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren. Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de igrejas, com 9.500 igrejas-membros.

Em 2003, 100.000 líderes de igrejas assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek. Acima de 250.000 pastores e líderes de mais de 125 países participaram do seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60 mil pastores recebem seu boletim semanal.

Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser confundido com a sede de uma corporação ou um shopping Center de alto padrão. 

Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que está na praça de alimentação assistir aos cultos. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.

Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única mega igreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados métodos. As Mega Igrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do Mcdonalds, tudo para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas igrejas estejam lotadas, sua freqüência não é o único elemento que avaliamos ao analisar essa última moda de "fazer igreja".



O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. 

Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado – e eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?

Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós. 

Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).


Mega igrejas adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds. 



Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.

Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura – músicas das paradas de sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de multimídia e mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens freqüentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal, salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a pessoa necessita – e ajudando-a na solução de seus problemas.

Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para alguns observadores seculares.




domingo, 30 de outubro de 2011

Halloween



Outubro passou a ser o mês do Halloween, pelo menos é a proposta dos canais de televisão. Essa semana a maioria das programações inclue filmes, desenhos e seriados que tenham esse tema. São fantasmas, bruxas, vampiros, abóboras, sangue, terror, sustos e muito suspense e gritos assustadores! Não importa a idade da criança ou adolescente, tem programa para toda a família. 

O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representada nos Estados Unidos, levada pelos imigrantes irlandeses que chegaram em meados do século XIX.



História do Dia das Bruxas - Esta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas colocavam nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.


Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição. 

Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições - Por estar relacionada em sua origem à morte, a festa resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankenstein.

As crianças também participam desta festa e com a ajuda dos pais usam fantasias assustadoras e batem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doces ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.

Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).