quinta-feira, 16 de julho de 2015

Eta Brasilzinho confuso

Gosto de escrever. Fabricar um texto do nada é um desafio. Escolher temas, fazer pesquisa online, impactar o leitor com uma matéria interessante, divertida, e que leve alguém a refletir nem sempre é tão fácil quanto parece. Para muitos escritores é um dom a ser exercido, uma arte para se aperfeiçoar. Seja como for, o importante é expor o texto, com responsabilidade e confiança.

E assunto é o que não falta aqui no Brasil. De política não se pode falar bem, escândalos, desfalques, falcatruas mil escondidas embaixo da "peneira". Nunca vi ou ouvi tanto descaso com a população. Eu tenho a impressão que o país está quebrado. Foi rachando como um espelho e colado com durex ate quando deu para esconder. E agora, como não tem jeito fica a "pizza" entalada na garganta. E assim caminha a humanidade... Sem rumo... Desgovernada...

Aquela manobra em relação aos aposentados, aumentando a idade e o tempo para dar entrada na aposentadoria por causa da "qualidade de vida" (?) - não cola mesmo! Tem que se contribuir mais? E agora aparece a notícia de um rombo enorme na Providência... E adivinhe? Ninguém sabe e ninguém viu! A solução em si foi bem simples: Tirar mais dinheiro do povo. Nada de mais.  Pelo menos por enquanto...

Porque a Terceira Idade começou a se cuidar mais, se exercitar, viajar e contribuir mais para a sociedade quer dizer que tenham seus direitos adiados?



Mas o Brasil tem lugares lindos! Belezas naturais que deixam qualquer um com o coração na mãos! Cidades e centros históricos, cachoeiras, lagoas, praias, feiras, atividades para todos os gostos.


Rio de Janeiro


Minas Gerais


Recife


São Paulo


Cataratas do Iguaçu

Mas somos o que se pode definir de "Divergentes" - Discordamos como se fizesse diferença. Mas no final das contas todo dia é segunda-feira e a vida recomeça como se não tivesse acontecido nada. Observei isso ao ouvir diversas notícias. Elas só são importantes naquele momento, ficam online por 2 ou 3 dias e depois dão espaço para outros acontecimentos e assim esquecemos pelo que lutamos e do que fugimos.


Marion Vaz

sexta-feira, 19 de junho de 2015

O Ano das Facadas


Uma reportagem num canal de televisão me deixou perplexa. Por causa de um celular, uma moça foi ferida a ponto de, ao ser atendida num hospital, os médicos tiveram que amputar o braço dela. Este foi mais um incidente envolvendo assalto que entrou para a estatística criminal do Rio de janeiro. E a violência não para por aí, estamos enfrentando um dos anos mais negros da história, sob o meu ponto de vista. São assaltos, facadas, ataques violentos em qualquer parte da cidade. As pessoas não se sentem mais seguras. Uma briga numa casa em que a festa foi denominada  “festa dos horrores”, uma moça foi agredida e teve o corpo perfurado por um objeto pontiagudo. Outro rapaz teve parte da orelha cortada e o agressor, um homem que trabalhava com eventos, tinha um histórico longo.

E para insatisfação da população, outros descasos também foram registrados, como o abandono de pacientes em hospitais públicos, outros tinham que fazer a limpeza de banheiros, faculdades repletas de lixo porque as empresas contratadas estavam sem receber o pagamento. Desfalques, propinas, desvio financeiro por parte de políticos,  falsas contratações, “dinheiro que sai dali e some aqui” – Uma lista sem fim de descaso em relação ao “povo heroico”, uma vergonha nacional e quem perde com isso é gente do bem, gente que trabalha, que coopera para o progresso do país.


E o que vemos nas propagandas é a imagem da cidade do Rio de Janeiro se destacando por suas belezas naturais, seus pontos turísticos, empreendimentos artísticos, museus, praias e como enfatizou uma propaganda de televisão: “seu rostinho bonito”. Discussões políticas a parte, prefeitos e governadores tem se unido para mostrar que a cidade do samba é também a cidade do esporte, cidade olímpica.







Somos cariocas e nos orgulhamos disso, do nosso sol quente, das nossas praias, do azul do céu, das noites iluminadas. São muitos os atrativos que estimulam os turistas a visitarem o Rio. Nada contra.

Mas...


A cidade maravilhosa também tem noites escuras, e porque também não dizer, dias ou tardes turbulentas? E tudo isso por causa das inúmeras agressões sofridas por todos os lados que transformou 2015 no ano das facadas. Sem o menor constrangimento, estes agressores investem contra a população, a qualquer hora, em qualquer lugar. Começou no centro do Rio, com menores infratores que tentando roubar celulares e pendentes e passaram a atacar com facas, os pedestres que muitas vezes estavam em pontos de ônibus aguardando a condução depois de um dia de trabalho ou de estudar na faculdade.





Em pouco tempo, a coisa se alastrou para outros bairros e agora, simplesmente, não se pode sair às ruas sem se preocupar com quem é a pessoa que está caminhando na nossa direção... Um ser humano honesto ou um agressor? Acho isso um absurdo! Medidas de seguranças, patrulhamento, câmeras, reforço policial em determinadas áreas do Rio são providências que, até certo ponto, inibem a atuação dos bandidos, mas não resolve o problema.

O que me dói é ver que a vida humana não tem valor algum. Que o trabalhador, a mãe de família, o adolescente, a jovem que estuda e sonha, são destinos que podem ser interrompidos a qualquer momento por causa de um objeto, um  celular?! Que mundo é esse que nos impõe a violência urbana? 


E tais ataques com facas são contínuos porque os agressores, em sua maioria eram menores, tinham ficha criminal, ou melhor, para não dar processo: haviam cumprido medida socioeducativa e logo estavam de volta as ruas, por causa da legislação. 

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O rapaz que esfaqueou um estudante no trem para roubar um celular 
estava vestido, usava tênis e mochila...


Completamente diferente dos menores infratores que andam muitas vezes descalços e de shorts no centro do Rio. E podemos entender que enquanto a bandidagem viver a solta o civil fica acuado, em casa, no ônibus, nas estações do BRT, no trem, nas ruas do Rio.



Marion Vaz


domingo, 7 de junho de 2015

Opinião Formada

A questão de se "ter opinião formada sobre tudo" - como nos diz a letra de uma música - é que a pessoa não fica aberta para ouvir a terceira opinião. Ela se conforma com o que aprendeu, ouviu, foi intimada a, ou simplesmente uma ideia fixa sobre algum assunto, religião, povo ou padrão comportamental. É o outro lado da moeda. É "assim que eu  penso, assim que tem que ser" - Atentei para fato ao conversar com um senhor sobre assuntos diferentes. 

É óbvio que eu entendo que cada pessoa deve e pode ter opinião própria, desejo, gosto, pretensão, ambição, atividade e que muitas das nossas decisões estão comprometidas como nosso EU - Aquilo que somos ou pensamos. Mudar de opinião a cada segundo só porque o outro não gostou ou não permite seguir em frente é um erro. Certamente, em pouco tempo, a pessoa ficará angustiada e desiludida, já que todos os seus sonhos deixaram de realizar ou não tem valor para o amigo, companheiro(a) ou cônjuge.

Percebi que a pessoa que dialogava comigo achou que podia me contrariar ou me fazer mudar de opinião sobre assuntos que me eram importantes demais. E olha que eu tinha acabado de conhecer a pessoa e provavelmente nunca mais nos veríamos! Quando você discorda de um amigo, parente, filho, alguém que se relaciona há nos e que por certo te deu espaço para dar uma opinião, tudo bem! Mas querer influenciar ou discordar abertamente de uma pessoa que acabou de conhecer? Santa ingenuidade! É a mesma coisa que "mandar" boicotar a Boticário, só porque não gostou da propaganda e marketing para o Dia dos Namorados! Hem? Quem? Como? rsrsrs

No primeiro momento até achei que a conversa valia a pena e tentei expor minha visão sobre diversos assuntos. Aplausos e elogios à parte, logo recobrei minha postura de ouvinte e entendi que não era o tempo de reiniciar uma discussão. 

Talvez você me pergunte: Mas expor tudo o que pensa sobre isso ou aquilo não é importante? Concordo!  Se vai valer a pena ou não é você que tem que decidir! Muitas batalhas se vencem por se perseverar e preservar uma opinião, um direito, um dever!

Mas não sou mesmo o tipo de pessoa que fica gritando aos quatro ventos, irritando a garganta e perdendo o fôlego "só para contrariar" um desconhecido - rsrsrsrs - Temos que saber a diferença entre uma conversa saudável ou aquele "entulho" que despejam sobre nós só pra ocupar o tempo da pessoa.

Desperdícios à parte... Tudo na vida deixa um "que" de aprendizado e de reflexão.


Marion Vaz

domingo, 24 de maio de 2015

Mulheres em Crise - A Mulher de Ló


       Uma história que impressiona qualquer leitor da Bíblia - A mulher que virou uma estátua de sal! Mas antes de tudo isso acontecer, será que podemos imaginar o que se passava em seu coração? Ela era casada com Ló, um homem próspero que decidiu morar próximo às cidades de Sodoma e Gomorra. Provavelmente tinham uma vida boa, sem muitas preocupações. As duas filhas já estavam crescidas e se preparando para casar.
        Mas havia um problema, que apesar de não influenciar a vida do casal, particularmente deixava Deus muito aborrecido. Os homens das cidades eram pecadores e mantinham relacionamentos íntimos entre si. Então Deus resolveu destruir as duas cidades para que servissem de exemplo as gerações futuras.
       O texto bíblico afirma que no cair da noite, dois varões apareceram e conversaram com Ló que insistiu que eles entrassem na casa e que passassem a noite na residência. Depois de muito insistir, concordaram. Ao amanhecer, a ordem de Deus era para eles saíssem às pressas do lugar para que suas vidas fossem poupadas. Os futuros genros de Ló decidiram ficar. Na verdade, acharam que o homem estava louco.
       Provavelmente, foi difícil para Ló convencer a mulher também. Eles podiam estar discutindo o assunto quando os anjos forçaram a saída. Imagine abandonar tudo o que haviam conquistado durante a vida toda? Sair apressadamente somente com o que pudessem carregar nas mãos? A mulher entrou em crise. Não era uma viagem programada, onde pudessem embalar seus pertences, carregar os animais e seguir em frente despedindo-se das pessoas... Não! Agora estavam fugindo com apenas a roupa do corpo!
      Com certeza eles deviam estar gritando um com o outro, a mulher chamando pelas filhas, em desacordo total. E Ló tentando persuadir os anjos para ficar numa cidade pequena, Zoar. E eles insistindo que a família deveria apressar os passos, para estarem a salvo quando as cidades fossem destruídas. Imagine agora que por alguma razão, a mulher de Ló andasse mais lentamente, que tenha se demorado no caminho. O certo é que alguns comentaristas caracterizam sua atitude como desobediência.
      Olhar para trás, para ver uma cidade fumegando e seus moradores morrendo queimados vivos? Certamente uma visão aterrorizante! Talvez, esta mulher tivesse algum laço de amizade, afinal morou ali tanto tempo. Quem sabe, ela olhou para trás para dar um último adeus para aquela terra?

      O certo é que havia uma área demarcada por Deus para a destruição, tanto das duas cidades quanto os campos adjacentes. E provavelmente, a mulher de Ló estava muito longe do marido e logo foi atingida, transformando-se numa estátua de sal. Hoje, nesta região árida em Israel o viajante pode ver uma pedra que figura a imagem da mulher de Ló.




      A ideia de olhar para o passado, para os feitos de uma vida sem Deus, nos faz refletir e sem dúvida nos leva ao arrependimento. A mulher de Ló poderia ter sido salva se tivesse respeitado as ordens de Deus. Confiado em suas promessas e entendido a urgência de se mudar daquele lugar pecaminoso. Mas ela se detém no caminho, pensando no que tinha deixado atrás de si, talvez com saudade da própria casa, dos bens que havia lá ou de algo que julgasse precioso. Uma mulher em crise sem tempo para refletir no que estava acontecendo e quais seriam as consequências de seus atos.      
Do livro Mulheres em Crise de Marion Vaz


"A região do Sul do Mar Morto é um dos lugares mais inóspitos e áridos do Mundo, e devido a grande quantidade de sal no solo e o ar, a sobrevivência nesta região é quase impossível, por isso, há também escassez da presença de animais na região.
Além da aridez, nesta região há uma montanha chamada Monte Sodoma, um verdadeiro fenômeno geológico que emergiu de dentro do que hoje conhecemos como o Mar Morto, repleto de colinas áridas cuja composição básica é o Sal, Enxofre, Calcário e Gesso, e por causa das chuvas, as paredes da montanha desenvolveram formas únicas."
Ler mais no site http://www.cafetorah.com/portal/monte-sodoma


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Jeitinho Brasileiro





Este tipo de afirmação já foi orgulho para o país, porque dá a entender que todo brasileiro tem um modo eficaz de conquistar seus ideias, de enfrentar situações, de driblar as adversidades, e até mesmo de se adaptar em determinados momentos quando os problemas são muitos. Enfim, no "mundo dos espertos" o brasileiro tem sempre uma saída.

Mas a frase "Dá o seu jeitinho brasileiro" escrita em carta aos bolsistas do Ciência Sem Fronteiras, foi tida como uma afronta. Os estudantes brasileiros em intercâmbio no programa “Ciências sem Fronteiras (CsF)”, nos Estados Unidos “receberam um e-mail inusitado do Institute of International Education (IIE), organização norte-americana que promove o intercâmbio em colaboração com o governo. Nele, o diretor do Instituto, Edward Monks, fala para os bolsistas usarem o “jeitinho brasileiro” (interpretação livre para "use that Brazilian method of creative problem solving") enquanto a verba de transporte para estágios e pesquisas fora da cidade de domicílio no exterior não é liberada pelo programa.

Eu me pergunto? Que "jeitinho brasileiro" seria esse?

Por conta do descaso em relação ao pagamento de uma firma terceirizada, profissionais da área de saúde estão literalmente limpando consultórios médicos em um hospital. 


Resultado de imagem para lixo se acumula no hospital rocha faria do RJ


No Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o próprio médico estava limpando no domingo, junto com uma paciente o local. Acompanhantes estão fazendo a retirada de lixos e se preocupando com a faxina.

Outra situação constrangedora pode ser vista na UERJ em que os alunos há semanas veem o lixo se acumulando nos corredores e salas de aula. Seria o caso dos próprios alunos largarem os livros e pegarem na vassoura? Seria esse também um "jeitinho brasileiro"?






Enquanto se fala em milhões de reais que desaparecem daqui ou dali, a população sofre com os descaso das autoridades, com a insegurança, transporte, medicamentos e higiene.

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E como se não bastasse, um vereador cujo salário mensal é de R$ 10.000,00 fala abertamente que com um salário desses a pessoa tem que ser corrupto para poder viver os 30 dias do mês:  “Se não for corrupto, mal se sustenta”. Eu me pergunto: E o resto da população que ganha salário mínimo faz o que? Sinceramente, eu acho que se perdeu a noção de decência, de justiça, de bom senso.

E depois a gente vê na televisão aquela propaganda pedindo dinheiro para ajudar crianças em situação de abandono.  Todo um repertório bem elaborado para que? Para comover o telespectador da desgraça alheia quando na verdade a obrigação é do Governo, dos Ministérios, das pessoas que nós elegemos e colocamos no poder.

Essa metodologia de fazer do brasileiro um cooperador, um "estagiário sem remuneração", tem dado certo em muitos "negócios". Mas está na hora do povo acordar.




terça-feira, 21 de abril de 2015

Quando a fé faz chorar


Em 2014, quando Fábio de Melo era considerado por uma boa parte dos fieis católicos um dos padres mais importantes da Igreja, ele recebeu duras críticas de muitos católicos em redes sociais. colocaram em dúvidas até sua capacidade de interpretação bíblica. O que lhe restou mesmo foi chorar e cair em uma profunda tristeza. Escritor, professor universitário, músico e cantor religioso, Fabio de Melo causou polemica ao declarar sua opinião afirmando que a união civil de gays é relacionado a vida civil da sociedade e que "Quem salva é Deus e não Maria - ,Maria era humana e não podia salvar ninguém". E que “É Jesus que nos salva. É Jesus que resgata. É Cristo que liberta”.


Independente, da opinião dos fieis acredito que o padre Fábio de Melo faz um grande trabalho para a Comunidade Católica através de suas pregações, suas melodias e sua devoção. 

Imagem da http://www.fabiodemelo.com.br/












É óbvio que diante das declarações referente a Maria, mãe de Jesus - Um símbolo de fé católica - muitos fieis tenham se sentido agredido, afinal, a crença estabelecida à séculos, vem suprindo as necessidades espirituais da população em todo mundo e principalmente aqui no Brasil. No entanto, a declaração do padre Fábio de que só Jesus salva tem também seu alicerce nas páginas do Novo Testamento. Em carta, ele pediu desculpas a comunidade: Eu assumo que errei ao usar a expressãoEu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos”, disse o padre.


Quando a fé faz chorar é uma realidade em nossos dias, porque muitas pessoas não entendem a nossa mudança de raciocínio, de lógica, de crença. Ao mudar de uma opinião para outra, parece que foi de repente, e assim, entramos em choque também. Afinal, foram anos "mastigando" ensinamentos, doutrinamentos e outras regras de fé que nos eram impostas. Aconteceu comigo. Com o passar dos anos reconheci que alguns dos muitos ensinamentos não eram assim tão "legítimos" a não ser em função daquela própria religião.  Ao me aprofundar no conhecimento da Palavra de D-us, contexto social, político e religioso da época e principalmente Cultura Judaica, pude entender melhor muitas passagens bíblicas.

Daí o choque pessoal, a sensação de tempo perdido, o desconforto na hora de ouvir determinados sermões.  Mas a minha mudança é uma determinação pessoal, não influi em nada na religiosidade alheia e nem na minha própria salvação. Mas ter os olhos e o coração aberto para renovação me inspirou a ser uma pessoa melhor. Mas você me pergunta: E quando a fé faz chorar? Eu respondo: No momento que você se sente sozinho em sua própria religião e que não pode repassar o que sente, porque sinceramente, as demais pessoas não estão propícias à mudanças tão radicais, mesmo que isso implique em crescimento espiritual.

Marion Vaz