sábado, 1 de março de 2014

Carnaval - Uma festa popular

Carnival in Rio de Janeiro.jpg

Rio de Janeiro



"Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses.


O carnaval chegou ao Brasil através das festas que ocorriam na Europa, principalmente na Itália e na França, no século XVII. As fantasias de pierrô e de colombina foram logo incorporadas ao carnaval brasileiro.


No início as festas de carnaval aconteciam nas ruas, com desfiles de fantasias depois, passaram a ser realizadas nos clubes, onde eram tocadas as marchas, os sambas e os frevos preparados para os festejos.



 

Hoje algumas cidades se destacam no carnaval. No Rio de Janeiro são os desfiles das escolas de samba, em Salvador são os trios elétricos que tomam conta das ruas da cidade, no Recife o bloco "O Galo da Madrugada" que sai às ruas no sábado de carnaval, pelo centro da cidade e já entrou para o livro dos recordes, como o maior bloco de carnaval do mundo. Em Olinda, os bonecos gigantes desfilam pelas ladeiras da cidade Patrimônio da Humanidade."


Muitos religiosos chamam de "festa da carne" e outras denominações que envolva a ação maligna. Comunidades e igrejas preferem fazer os tão famosos retiros espirituais, onde passam esses dias em orações, jejuns, leitura da Palavra e algumas atividades de esporte e lazer.


Para o povo. o carnaval é uma festa mágica, com suas cores, seus carros alegóricos, gente feliz. Como sempre, há aqueles que extrapolam. Os organizadores do Carnaval sempre fazem observações e dão dicas para se brincar a vontade sem oferecer riscos a própria vida ou de outros.


Nos próximos dias, as ruas estarão cheias de gente, então tome alguns cuidados importantes. Beba muita água e segure firme as mãos das crianças. Os desfiles no Sambódromo no Rio, já fazem parte do nosso calendário, alimentam o turismo e caracterizam a cidade maravilhosa dando destaque no Brasil e no mundo.



Cidade Maravilhosa



aniversario-rio-de-janeiro

O Brasil é mundialmente conhecido por suas belezas naturais e pelo povo. Um dos maiores cartões portais do nosso país é sem dúvida o nosso Rio de Janeiro, que hoje completa 449 anos de fundação.


A cidade, que leva o título de maravilhosa já serviu de inspiração para poetas, músicos e cariocas que amam este lugar. Parabéns Rio!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Descaracterização da Família

A discussão sobre um projeto de lei está acirrada. A nova lei vai retirar os  termos mãe e pai de documentos oficiais, festividades escolares, calendários e qualquer outra questão em que as recém formadas famílias homo afetivas estejam inclusas, a fim de evitar o constrangimentos entre os filhos destes e de famílias tradicionais.


Interessante notar esse compromisso firmado com os "novos pais" em virtude do detrimento de outros. Se eles tem diretos, nós, os tradicionais, também temos. Eu quero um dia no ano onde de possa comemorar o Dia das Mães. Essas mudanças sociais não podem excluir o que já está estabelecido. A sociedade deve respeitar os diretos de todos, seja em questões de religião, cultura, sexo e ascendência. Mas não podemos admitir que um projeto de lei venha infligir os nosso diretos.


Um dos absurdos consiste na mudança de sexo aos 14 anos. Um pré-adolescente que nem sabe ao certo o que vai estudar na Faculdade, não pode decidir por uma mudança tão radical. Estão tão preocupados com os "diretos" que esquecem dos "deveres". Por que não estão implantando leis que deem aos nossos jovens o direito a estudar numa Faculdade Estadual? Por que eles tem que enfrentar os constrangimentos das provas do Enem, as tabelas do Sisu, do Pro uni?


Deveriam sair dos Cursos Técnicos e do Ensino Médio com vaga disponível na Faculdade! Isso sim, nos daria um retorno do voto nas urnas eletrônicas. Não! Estão preocupados em descaracterizar a família, transformando nossos adolescentes em adultos alterados sexualmente. E não me venham dizer que alguns (ou muitos) destes não vão ter nenhum tipo de problema psicológico! Daqui há alguns anos, o que vai ser da nossa sociedade?


Outra questão social diz respeito as mudanças de sexo custeadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde), quando a população sofre em filas quilométricas nos postos de saúde, falta de medicamento e leitos em hospitais. Isso sim é um problema.


Em questões religiosas, muitos fieis estão transtornados com tal lei. Criamos nossos filhos sob um padrão bíblico, que nos remete a vontade divina. Ninguém tem o direito de "entrar" na nossa casa e nos constranger a aceitar um projeto de lei que nos ausenta da vida de nossos próprios filhos.






Marion Vaz








domingo, 16 de fevereiro de 2014

Empreendedorismo no Rio de Janeiro




                                                  Sr. Nelsinho criou o Disk Pipoka

Andando pelas ruas no centro da cidade do Rio de Janeiro há algum tempo atrás, fiquei surpresa com o número de camelôs em cada calçada, cada esquina. Virou uma “febre”. Vende-se de tudo, embora que na loja em frente tenha o mesmo produto.
Esquivando-se do fato de que as lojas e magazines tenham que pagar imposto sobre mercadoria, fiquei atordoada com a quantidade de objetos, bijuterias, roupas, calçados, livros e tantos outros artigos lotando as barracas. Lado a lado faziam um verdadeiro paredão em determinadas ruas do centro. Sem falar nos vendedores ambulantes com seus cachorros quentes, hambúrgueres, água e doces. Na Avenida Rio Branco pude sentir um cheiro de fritura que parecia me acompanhar.
As pessoas transitavam confortavelmente no meio daquele alvoroço, como que acostumadas a tudo no seu dia a dia. Lanchonetes e lojas de refeição também mostravam o entra e sai de clientes. Por toda parte um bom número de pessoas que naquele vai e vem, conversavam  alegremente com os amigos ou falavam ao telefone, atravessavam as ruas completamente alheias ao meu assombramento.
Então, vários camelôs foram redirecionados ao Mercadão, próximo ao metrô da Uruguaiana. Ali, centenas de pequenas lojas passaram a funcionar e empreendedores de mercadorias diversas fixaram ponto. Ontem, no entanto, percebi esse afrouxamento da fiscalização dando margens ao crescimento dessa nova classe de “serviço” que oferece produtos de todos os tipos, a preços acessíveis influenciando a população na aquisição de suas  mercadorias.
O calor encorpado no Rio também trouxe benefícios aos vendedores de água, sucos e refrigerantes que não se incomodam de entrar nos transportes oferecendo a todos e em pleno sol de 40°  vi muitos deles se arriscando nas pistas da Avenida Brasil.
Esse tipo de empreendedorismo nos apresenta dois fatores. O primeiro, que o índice de desemprego afeta a população. Muita gente precisa trabalhar de ambulante para alimentar a família. Segundo, criou-se um tipo de serviço terceirizado para a classe trabalhista, diferente daquele que estávamos acostumados a lidar. Onde houver um espaço aberto, ali vai nascer um camelô. De sol a sol eles estão marcando presença no Rio e Grande Rio, nas ruas da cidade, nos bairros, nas estradas. E vendem de tudo, sem constrangimento. E não podemos negar a sua utilidade.
Outro fator importante diz respeito à empregabilidade, ou seja, tornar-se empregável. O que não é muito fácil hoje em dia para todas as pessoas. Muita gente é descartada das vagas de emprego por causa da idade, escolaridade e outras informalidades na hora das entrevistas. É notório que algumas mudanças profissionais aconteceram por conta do indivíduo. Mas no geral, trabalhar como autônomo tornou-se uma opção viável.

Conheça no link abaixo:

 Os ambulantes do Guia Carioca de Gastronomia de rua do RJ


Marion Vaz

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Folhas Secas


 




O título parece bem apropriado para o nosso artigo de hoje. Ao fazer minha caminhada esta manhã notei que as ruas estavam repletas de folhas de árvores. As folhas secam e se desprendem dos galhos e vão caindo aonde o vento da tarde, ou a brisa da manhã as levam. Interessante notar esta renovação praticamente com data marcada no nosso calendário.

Mudanças são comuns em todas as áreas da vida do ser humano. Crianças tornam-se adolescentes, que se tornam jovens e adultos em idosos. Em cada fase desse crescimento intelectual e corporal há uma renovação de pensamento. Como diz um texto sagrado: “As coisas velhas (antigas) já passaram e tudo se fez novo”. No texto em questão, o apóstolo se refere às mudanças espirituais.

Aqui, faço referência ao nosso dia a dia. Não que necessariamente, as coisas “velhas” sejam inúteis, descartáveis, sem valor.  Pois cada acontecimento tem a sua importância. Mas, concordo que em cada etapa do nosso amadurecimento deixamos para trás alguns hábitos, sentimentos, atividades e também algumas queixas. São as nossas folhas secas dando espaço para as folhas verdes da estação. Ao crescermos, assumimos uma nova mentalidade, uma nova direção, agregamos amigos e alguns hábitos perdem sua funcionalidade para outros.

Nada disso é novidade diante do progresso, dos avanços tecnológicos, das estatísticas, das mudanças socioeconômicas e da constante busca pelo bem estar. Parece uma Guerra que não tem fim. Uma batalha interna, pessoal, desumana e desenfreada por algo melhor e mais agradável aos olhos.  

As folhas secas, vão se amontoando nas calçadas, nas ruas, dentro dos quintais, atolam bueiros e redes fluviais subterrâneas. Mas o homem não está preocupado. Ele precisa dessa renovação, dessa autoafirmação, precisa alimentar sua autoestima. Que se danem as folhas secas! As verdinhas é que são lindas, que dão aquela aparência de belo, glorioso!

Quando as mudanças ocorrem tão bruscamente, perdem-se valores. Somos tão egoístas que não nos damos ao prazer de sentir o vento no rosto, o passar do tempo, as simplicidades, a beleza das cores, a singeleza da flor. Arrancamos com violência a infância de nossos filhos, porque não queremos perder tempo em vê-los crescer. Enchemos nossos adolescentes de tecnologia para que eles percam os cinco sentidos da vida. Os jovens ficam alucinados em obter uma bolsa na faculdade para poderem se formar. Não porque precisam de instrução, mas por que há um mercado de trabalho muito exigente. Moças tornam-se mães sem tempo para dar aos filhos. Crianças que mal sentem o toque das mãos em seus cabelos, em seus rostos. Adultos que jogam sobre os filhos toda a sua frustração. Este é o mundo em que vivemos hoje, concorrido, evoluído e cheio de folhas secando ao chão.


Marion Vaz

 

 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Derrubando Muralhas




O território já tinha sido explorado. Os espias passaram por Jericó e levaram até Josué um relatório sobre a cidade. A promessa de D-us, vinculada à conquista da Terra Prometida incentiva o povo a seguir em frente.


Jericó, uma cidade fortificada, ficava no caminho. Barreiras precisavam ser derrubadas. E que barreiras!! "As muralhas de Jericó  mediam cerca de 10m de altura e tinham cerca de 4m de largura. Eram dois grandes muros com um espaçamento  de cerca de 3m entre ambos. Eram tão grandes e imponentes que sustentavam casas transversas entre os dois muros."


O povo que durante 40 anos andou pelo deserto, enfrentando diversos perigos, agora se via diante de um adversário. Enfim, conquistar a Terra Prometida seria mesmo um longo e árduo processo. Não somente em função das guerras, da destruição de outros povos, mas em perseverar  a fé no único D-us e afastar-te de qualquer tipo de idolatria.


As muralhas de Jericó era só o começo. Ali, podiam contar com a ajuda do Todo Poderoso. A investida seria simples: Os sacerdotes com suas buzinas iam à frente, o restante seguia atrás rodeando a cidade sete vezes num período de seis dias e no sétimo dia deveriam rodear sete vezes. Tocar as buzinas e dar um grande grito (Js 6). Outros textos bíblicos nos mostram táticas tão simples como estas (Jz 7.16).


Para o leitor de hoje parece até algo bem simples. O texto é apresentado de forma rápida, às vezes, sem contexto geográfico ou social. Fico imaginando as dificuldades de organizar algo tão grandioso, visto o número de pessoas que agora faziam parte do povo de Israel. Um exército inexperiente, formado no deserto. E sem falar da terra árida, o deserto de Judá quente, com seus perigos ocultos. Mas lá estavam eles, contornando Jericó. Uma cidade sitiada e bem preparada para a guerra. E aqueles muros gigantescos protegendo seus moradores.





                                  Ruinas de Jericó




Falar em derrubar barreiras é quase que uma obrigação religiosa. Todas as pessoas tem algo que lhes parece intransponível. Seja no trabalho, na vida social ou familiar ou dentro de si mesmo. Todos nós queremos derrubar “gigantes” e sairmos como vencedores, de mãos erguidas e bradando um grito de glória. Pois o oposto disto é a derrota, o fracasso diante de algum desejo, da luta. O oposto é uma sensação de humilhação, de não ter sido bom o bastante para conseguir um ideal.


Derrubar barreiras nem sempre é tão fácil. Josué sabia disso. E o modo de conquistar aquela terra era, sem dúvida, confiar em D-us. Confiar não somente nas suas promessas, mas obedecer a suas Palavras, suas ordens, sua estratégia de guerra. O povo em si não tinha tanta força, nem um arsenal, nem carros e cavalheiros, como os outros povos. Mas eles tinham um D-us. E você vai concordar comigo que 40 anos andando num deserto deu ao povo certa rusticidade. Os jovens que cresciam ganhavam músculos, capacidade de observação, força, coragem. No deserto eram nômades, viajantes, vagando em terras desconhecidas. Não eram como muitos pensam um povo tímido, fraco, apavorado.


As crianças que saíram do Egito cresciam ouvindo que as Promessas feitas a Abraão se cumpririam em seus dias. E quando se tornaram homens isso deu ao povo coragem para lutar pela terra que lhes pertencia. Na hora certa, não iriam se acovardar. Iriam lutar. 


E ao som dos gritos, diz o texto sagrado que a muralhas de Jericó começaram a ceder e abriu um caminho para se entrar na cidade. Medo, espanto, terror se apoderaram dos moradores que viam tal estrutura ir ao chão. Israel invadiu o lugar e conquistou a cidade. Estudiosos até hoje investigam como tudo aconteceu. Os religiosos não se preocupam em explicar, mas aceitam tudo pela fé.


Contrariando as especulações, as gigantescas muralhas de Jericó foram ao chão nos ensinando que o poder do nosso D-us é que nos garante vitórias!


 


Marion Vaz




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Mensagem de Natal

 
Mais um ano que termina e faltam poucos dias para o Natal. Data festiva comemorada em boa parte do mundo. Mesmo em países de crença diferente, muita gente (principalmente cristãos) comemora o Nascimento do menino Jesus.

Aqui no Brasil não é diferente, desde o início do mês de dezembro já se via a mudança de clima e árvores de natal e enfeites dominaram a paisagem de ruas e shopping. Cada casa com sua característica e seus adornos.

Nas igrejas as comemorações natalinas são fieis a tradição cristã. Cultos específicos, musicais, peças teatrais e muita alegria. Famílias se unem e ceiam juntas numa imensa mesa forrada com aquela toalha colorida vermelho-verde. Ninguém escapa dessa formalidade. Nos Shopping e Centos Comerciais, lojistas fazem tudo para atrair a atenção dos clientes. E cada qual com seus artefatos dourados e sua incríveis promoções.

Nos corações aquela alegria de quem esperou o ano todo para esse fim: As Festas de Natal. Muita gente bonita se cumprimentando nas ruas dando esperança de uma boa entrada de Ano Novo. As expectativas amentam e ninguém se dá conta dos gastos financeiros e às vezes, até de certo desperdício. Tudo vale a pena, para ver aqueles sorriso no rosto das crianças,parentes e de pessoas amigas. Árvores, presentes e fitas coloridas enfeitam as salas, ruas e escritórios. E não pode faltar aquele presente simbólico do amigo oculto.

A cada ano, por mais difíceis que esteja a vida, os problemas sociais que enfrentamos, o  desemprego, a crise na saúde pública, e tantos outros infortúnios dos quais se reclama o ano inteiro, damos uma pausa e nesta data nos damos a chance de sonhar com um mundo melhor.

Afinal, é Natal! Tempo de recomeço, de novas esperanças, de olhar para trás e se desprender de alguma coisa, de deixar de lado as diferenças e nos unir nesse sagrado ritual.



Não importa se no dia seguinte teremos os mesmos contratempo. No dia de Natal damos as costas para qualquer tipo de mensagem negativa e sorrimos, como se nada pudesse nos atingir.

O Natal tem esse poder, de unir pessoas, de iluminar rostos e reacender a chama do amor e da amizade. O menino Jesus deitado numa simples manjedoura, num lugar humilde, com uma estrela brilhante acima de sua cabeça, como se vê nos presépios, deixa de ser uma simples história para ser um ser humano, que passa a fazer a parte de cada vida, de cada família. O Salvador do mundo, que nasceu numa cidadezinha, em Belém de Judah, entra em cada lar, mesmo que simbolicamente, em forma de presentes.



Boas Festas!