sábado, 22 de setembro de 2012

Primavera

 
 
 
Flores de Israel para comemorar a Primavera no Brazil!
 
 
 
 
Jardim em Jerusalém
 
Marion Vaz
 
 
 
 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Ano Novo Judaico



No começo dessa semana, deu-se início, para os judeus de todo o mundo, as Grandes Festas, nome dado no Judaísmo ao período que se inicia no mês (judaico) de Elul e que engloba Rosh Hashaná - "Ano Novo Judaico", os dez dias de penitência, e que termina com a data do Yom Kipur (o "Dia do Perdão", ou "Dia do Jejum", como muitos conhecem).

Outro nome pra Grandes Festas: Dias de Reverência ou Dias de Penitência.

Rosh Hashaná (ראש השנה, "cabeça do ano", literalmente) é descrito como um dia de julgamento onde D-us analisa as ações de toda a humanidade.



Leia mais sobre Israel no blog Eretz Israel http://eretzisraelmv.blogspot.com.br/

 

Israel no dia a dia

Resolvi reblogar essa matéria aqui no Ponto & Vírgula para que você possa conhecer um pouco mais do dia a dia dos israelenses.
 
Lembra-se do artigo Assim vive Israel? Pois bem, nele eu relatei algumas informações sobre o Estado de Israel. Mas agora descobri essa palavra nova num blog “Israelidade” e resolvi adotá-la. Vou chamar a autora desse novo termo de Lu e se quiser dar uma olhada no blog Mamásh é só clicar.

Mas, outro dia passeando pela Google encontrei também um texto bem interessante sobre a inveja. E no texto a autora também descrevia algumas diferenças vivenciadas no cotidiano em sua cidade em Israel. Detalhes sobre as casas, o comércio, a vida monótona dos moradores e outras particularidades que me surpreenderam.

Pois,na maioria das vezes estamos acostumados a lidar apenas com as notícias que saem nos jornais, e geralmente sobre política, os confrontos, as crises, as divergências religiosas, etc. Sem contar com aquelas "mensagens bíblicas" com ideia unilateral num contexto bem diferente do Estado de Israel.

É lógico que existem problemas "mil" em Israel e cada cidade tem uma lista enorme de desafios a serem vencidos.

Mas a nossa amiga Lu relata algumas informações bem interessantes da vida cotidiana em Israel, e particularmente da cidade onde mora. Em seu blog a autora é bem simpática e bem autêntica em seus sentimentos, o que me deixou feliz. Assim, resolvi repassar algumas das informações. Então? Vamos as nossas Israelidade?


Ø “Silan é como chamamos por aqui o mel de tâmaras, uma das coisas mais gostosas que você só encontra (ou encontra mais facilmente) nos supermercados dessa região do mundo...”





Ø “Aqui em casa a gente usa silan pra um monte de coisas: No iogurte, na granola, no sucrilhos, nas frutas mais azedas, no molho pra salada, no tempero daquela asinha de frango salgada e doce. Já comemos com queijo também e já usamos em algumas receitas. Dá pra colocar no sorvete, na panqueca, na receita de bolos e biscoitos. Enfim, é uma delícia, um dos meus queridinhos em Israel.”




Ø “Israelense come muitos vegetais. Beringela é a paixão nacional seja em conserva ou em vários tipos de salada. Israelense come salada no café da manhã... São feitas de pepino, pimentão e tomate bem cortadinho pequenininho.”






Ø “Bamba é outro grande amor desse país. Um salgadinho de amendoim em forma de cheetos.”






Ø “Falafel – uma espécie de sanduiche de pão sírio, recheado de saladas, molho de tahine e bolinhos fritos, feitos de uma massa de grão de bico. Muito bom!”







Ø “Na hora do almoço, geralmente se come carne. O termo pra carne em Israel engloba carne vermelha, carne de frango ou peru. Mas a carne vermelha é muito caro...”







Ø “Israelense ama schintzel, o famoso frango à milanesa.”







Ø “Café aqui é Nescafé com leite. Ninguém toma café de filtro (café expresso sim) e eles tomam muito Nescafé por dia.”






Ø “Como boa parte da população segue as leis da Kashrut geralmente laticínios e carnes não são comidos numa mesma refeição. Exemplo: macarrão a quatro queijo com peito de frango grelhado.”







Ø “Muita gente prefere comer carne na hora do almoço e à noite a refeição é baseada mais de laticínios: Queijos, iogurtes, cereais, omelete, salada...”







Ø “Israelense come menos doce do que brasileiro. E os doces são menos doces em minha opinião. Não existem sobremesas típicas (como pudim de leite condensado, flans, bolos), apesar de existirem boas confeitarias por aqui.”







Ø “Mamash é a palavra favorita em Hebraico. Eu gosto do som (mamásh) e gosto do significativo. Mamash quer dizer "de verdade", "realmente". Você pode falar "Ele é mamash bom nisso". "Isso tá mamash delicioso".







Ø Mas o uso mais legal seria o equivalente ao cínico "ah tá, tá bom" do Português Brasileiro, tipo: Nossa, lugar legal esse, né?" (você, achando um horror, mas diz "Mamash".







Ø “Em Israel tem parque pra todo lado, cada cidade tem pelo menos um, que pode ser na frente do mar, num bosque, reserva florestal, ou construído mesmo. A cultura de parques, passeios, piquenique é muito forte e ninguém acha que andar pelo shopping é passeio.”









Ø “Um dos meus parques preferidos, fica a 200 metros... é o Sportek, que é um centro esportivo construído e mantido pela prefeitura há uns 4 anos e que é totalmente público, cheio de quadras, pista da corrida e de bicicleta, playgrounds, "pista" de patinação (q é redonda), academia ao ar livre e pública. Pra usar as quadras é só chegar e começar a jogar, não precisa marcar hora, alugar, nada!”






Ø “Os playgrounds são muito bem conservados, o chão geralmente tem piso de pneus reciclados, que amortece a queda das crianças, machucando menos, são mais fofinhos. Na cidade onde eu moro tem um lindo parque na frente do mar. “






Ø “Como a violência urbana aqui é praticamente nula, na maioria das cidades as crianças maiores (uns 7, 8 anos), andam sozinhas, saem para brincar, vão para a escola em grupos.”




Ø “Aqui em Israel o número de crianças numa família diminuiu muito nos últimos anos. Hoje é bem comum um casal ter dois filhos, no máximo três. Isso faz sentido, pois até os três anos as creches em Israel são particulares.”







Ø “... uma delas cobra 500 euros por mês (das 7 às 4 da tarde). As crianças só podem começar na creche pública no início do ano letivo, em setembro, com 3 anos e meio (Obs. dependendo da data de nascimento).”







Ø No Judaísmo a família é o ponto central de uma pessoa e durante muitas gerações as famílias tinham muitos filhos, que se reuniam (e se reúnem ainda) na casa dos pais toda sexta-feira à noite para o jantar de Shabat ...”







Ø “Israelenses terminam o colégio e vão para o exército 2 anos para as moças e 3 para os rapazes...”






Ø “As pessoas que se casam mais tarde e resolvem ter filhos mais rápido. Quem não consegue em um ano(em média), já pode partir para tratamentos de fertilidade que são custeados pelo Governo...”







Ø “A saúde, (incluindo dentistas) é pública até os 18 anos e há acompanhamento de crescimento e vacinas – eficaz e gratuito...”







Ø Aqui, criança é criança. A erotização precoce não existe... Meninos e meninas estão preocupados em brincar e brincar ( e comer Bamba).”







Ø “O índice de violência urbana é quase nulo e as crianças podem ir brincar sozinhas na pracinha sem problema algum. Os pais não vivem com medo de sair às ruas com seus filhos pequenos...”







Ø “Os pais aqui (Israel) tem mais trabalho... Quase não há babás fora do horário dos pais (salvo a baby-sitter que ganha por hora)... o jeito é se virar nos 30...”







Ø “... Os pais (maridos) fazem a sua parte na criação e nos cuidados com os filhos, fazem compras, limpam a casa e tudo mais que uma mulher faz também...”







Ø “As famílias fazem muitos passeios juntos, as crianças vãos aos restaurantes, shopping e em todos os lugares com os pais, quando não tem com quem deixar...”







Ø “Para os judeus religiosos quanto mais filhos, melhor. Eles recebem uma ajuda do Governo que os laicos não recebem. Não pagam impostos, tem creches públicas e um monte de benefícios e as mulheres geralmente não trabalham fora...”







Ø “Em Jerusalém e bairros religiosos há várias famílias com 5, 6, 7 filhos e todos vestindo roupas iguais...”







Ø “O verão de Israel é muito quente, as temperaturas podem chegar aos 40° graus em algumas partes do país. Durante o dia fica em torno de 32°, fora a umidade do ar que é super alta e que dá a sensação de muito mais calor. Só começa a amenizar lá pras 6 da tarde... e com tanto calor não dá pra sentir vontade de sair de casa...”







Ø “Mas as férias de verão em Israel acontecem nos meses de julho e agosto. Justamente no nosso alto verão. A tradução do termo Chofesh Hagadol seria “As grandes férias”...”







Ø “Nas escolas e nas creches públicas as aulas terminam dia 30 de junho e são vão recomeçar no dia 1º de setembro...”







E aí? Gostou das Israelidades? Eu amei!

Fontes

http://maeemisrael.blogspot.com.br/

http://www.babakama.co.il/images/article/silan140909.jpg

http://en.wikipedia.org/wiki/Bamba_(snack)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Independência do Brasil




A frase "Independência ou Morte" marcou uma nova etapa na História do Brasil. Hoje, 7 de setembro pouco vemos de comemoração desse grande evento.

Parece que, militares a parte, o povo brasileiro vem perdendo esse sentimento de "liberdade" conquistado no passado, e pelo qual, muitos deram a própria vida.

O sonho de viver num país livre, de direitos iguais, de direitos constitucionais, de vida próspera, casa, comida, saúde e trabalho tem sido pautado em muitos e diferentes "conceitos ideológicos".

A Independêcia, seja ela no sentido humano, social ou financeiro é hoje motivo de piada e cartoons em diversos sites, blog ou jornais.



Sem contar que há poucos dias das eleições estamos cada vez menos crédulos em promessas e políticos.


Mas... uma frase de efeito tem sua participação da vida diária do nosso povo:

"Eu sou brasileiro e não desisto NUNCA!"


Então vamos seguir em frente!



Marion Vaz



 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Deus responde



"Clama a mim e reponder-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes"
Jr 33

Essa é a grande vantagem de servir um D-us vivo.

Ele sempre responde as nossas orações, mesmo que seja para dizer: Não!
Infelizmente, tem muita gente por aí se descabelando, só porque não sabe ouvir a voz de D-us, ou porque imagina que "não" não é resposta!

Tudo bem, que não e agradável logo no primeiro instante,
mas pense bem, foi o próprio Senhor que falou!
Não seria mais conveniente ouvi-Lo, do que sair por aí a procura de "profetas" que digam sim?

Pelo "sim" ou pelo "não" eu prefiro não me arriscar!

Observando o versículo exposto no livro do profeta Jeremias, o Senhor afirma: "Clama... que respondei..." Ele não pois em dúvida as suas promessas, Ele não disse: Talvez eu responda, ou se você der sorte eu paro o que estou fazendo e analizo o seu caso e... Não!
Ele é um D-us que responde!

Afimou a Daniel: "... Desde o primeiro dia eu ouvi a tua oração!"
Isso é maravilhoso!
Mas só tem um problema: É só pra quem crer!

E tem um segredo aqui, além de crer, o homem precisa esperar uma resposta a altura de D-us!
Por isso ele afirma: "... te responderei coisas grandes e firmes"!
Não espere uma resposta curta, medíocre, ou com reticências... Não!

Espere ouvir algo grandioso, que envolva toda sua família, ou quem sabe, o mundo todo. Algo diferente o suficiente que abale a sua estrutura, e que faça você querer um pouco mais de D-us.

"Coisas grandes... E firmes"!

Não espere de D-us algo passageiro, sem estrutura, mas espere algo sólido! Verdadeiro!

Não que D-us não se importe com as pequenas coisas, as humildes, e tão frágeis como a borboleta... Não!

Mas aprenda com Jeremias que na hora da angústia, das incertezas, dos desabores é preciso orar e buscar respostas no Todo Poderoso.

Pense que as respostas não são aquelas que imaginamos ou que desejamos. Talvez aquilo que o Senhor vai nos dizer são coisas que a gente nunca pensou em fazer.

 Ele afirma para o profeta: Coisas grandes e firme "que não sabes".


Marion Vaz

sábado, 14 de julho de 2012

Leve e Momentânea Tribulação?



Parecem termos contraditórios? 

Principalmente quando analisamos sob o ponto de vista humano a dor, a desilusão, as angústias, os problemas familiares e tudo aquilo que nos fazem sofrer tanto.  

Momentânea? Parece uma eternidade quando estamos vivenciando um problema e não temos como resolver! 

O que teria de leve numa tribulação se o próprio apóstolo Paulo que escreveu essas palavras na epístola aos romanos passou por diversas e dolorosas experiências, as quais relatou minuciosamente no texto bíblico de 2 Coríntios 11.23-28. Deve existir uma explicação lógica (ou sobrenatural) para tal declaração! Isso é fato!  

Não podemos esquecer que Jesus advertiu: “No mundo terei aflições” (Jo 16.33) Então, ninguém está livre dos infortúnios, das aflições, das angústias, dos problemas. Ninguém é tão bonzinho que escape das adversidades! Essa afirmação de Jesus é muito clara. Mas  o que ele declara a seguir? “Mas tende bom ânimo”. 

Infelizmente encontramos muitas pessoas por aí, se lamentando, debatendo sobre a dificuldade de encarar a vida “como ela é “!. Sinto informar que tem horas que a “coisa pega” e é bom estar preparado!

Talvez seja aí que encontramos o verdadeiro sentido da frase exposta por Paulo! O erro está em deixar-se levar pelo sofrimento a ponto de esquecer-se da graça e das bênçãos de D-us. E muitos se enveredam por esse caminho: A ingratidão.

Mas Paulo continua afirmando: Leve e momentânea... O que nos revela esse versículo em função da vida? Que a tribulação é real, mas também é terrena. 

É possível que enquanto uma pessoa viver nesse mundo tenha tribulação, algumas até diárias! É também possível que aquilo que chamamos de tribulação seja apenas problemas familiares, problemas financeiros, enfermidades... 

E com certeza muitas pessoas estão apenas colhendo aquilo que plantaram! 

Mas dependendo da sua intimidade com D-us a tribulação produz um peso de glória para a vida eterna. Assim, o homem deve entender que todo sofrimento aqui na terra pode ser suportável quando comparado com as “glórias que nos hão de ser reveladas” (Rm 4.17). 

Quando pensamos no quanto o Senhor D-us é poderoso para nos livrar, para nos abençoar, aquilo que chamamos de tribulação passa a ser aceitável e acreditamos que passageira. E então passamos a dar glória a D-us em todo tempo.



Marion Vaz