quinta-feira, 25 de julho de 2013

Razões de uma caminhada

 

A obra enfatiza que  
 
Os resultados de uma vida de oração são inúmeros, tanto no campo espiritual como no material, porque o nosso Deus é um Deus que recompensa.
 
 

A fé pode ser aumentada, pois os discípulos suplicaram a Jesus: “Senhor, acrescenta-nos a fé” Lucas 17.5. A medida da fé pode ser aumentada no ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17).

 
Adquira pela Editora Perse
 

 
 
 

Sua Santidade



 
 

 
A visita do papa Francisco ao Brasil foi recebida com euforia pela população. Centenas de pessoas se deslocaram de suas casas em direção ao local onde Sua Santidade deveria aparecer para abençoar os fieis. Medidas de seguranças foram tomadas para evitar problemas, visto a onda de protesto que circundou a cidade do Rio de Janeiro nesses dois últimos meses.

A Jornada Mundial da Juventude já começou, mas o pontífice teve agenda cheia desde o desembarque, na Base Aérea do Galeão, quando foi recebido pela presidente Dilma Rousseff.
 
                  

O papa chegou ao Rio, às 16h, e se dirigiu à Catedral Metropolitana. Lá, embarcou no papamóvel, aberto, em trajeto de 1 quilômetro até o Teatro Municipal. O percurso seguiu pelas seguintes avenidas ou ruas: República do Chile, Rio Branco, Araújo Porto Alegre, Graça Aranha, Nilo Peçanha, novamente Rio Branco (até o teatro).
 
                   

Saudações com bandeiras, acenos e muita fé foi uma marca registrada da população carioca. O Rio está em festa e gentes de outras localidades estão chegando com suas bandeiras, mochilas e muita emoção.

Nesta quinta-feira a Cidade Maravilhosa virou a “capital” da Argentina. De acordo com a polícia militar, mais de 10 mil pessoas estavam espalhadas pela Avenida Chile e pela Rua do Lavradio para o encontro do papa Francisco com jovens argentinos na Catedral Metropolitana do Rio. Apesar do frio, da chuva e da fila enorme, teve gente que chegou bem cedo.

                 

Entendemos que a visita papal além de um marco na História, representa a fraternidade entre os povos e paz para seus fieis.

 
Marion Vaz
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Palavra de D-us



                  Mas importante do que saber por qual caminho chegaremos mais rápido ao nosso destino é saber Quem ou o que está nos guiando. A palavra de Deus é a nossa bússola. É ela que nos guia, a nossa lâmpada conforme diz o salmista. Ela é o nosso mapa, nosso GPS, que nos conduz em segurança.
 
 
                    No episódio do Navio Titanic, muitos afirmam que a arrogante expressão: “Nem Deus afunda esse navio” levou-o ao naufrágio. Mas não creio num Deus vingativo que quisesse a morte de tantas pessoas. A falta de mapeamento das águas e a localização das geleiras provocaram o acidente. Hoje, nosso sistema de navegação é informatizado e muito eficaz.
 
 
                     Uma pessoa pode se perder numa floresta se não estiver devidamente equipada ou sendo conduzida por um guia. Muitos outros acidentes acontecem por falta de um dispositivo de segurança que permita a proteção dos viajantes.
 
 
                      Na vida espiritual nós temos esse dispositivo, essa bússola. Ela é como um farol que brilha a noite. A Palavra de Deus é o nosso guia ao longo dessa caminhada. Ela deve ter lugar em nossos corações para nos guiar em todo o tempo.                  
 
“Como purificará o mancebo o seu caminho?
Observando-o conforme a tua palavra”
Salmos 119.9
 
                   Quando eu li este versículo fiquei pensando em como aplicar as palavras do salmista em minha vida? Pensei que nesta caminhada o crente precisa dar alguns passos importantes.
 
 
                   O primeiro passo seria uma atitude real e urgente do próprio crente em relação ao Senhor: Deus teria que estar entronizado em seu coração. Quando o salmista diz: “o Senhor é o meu pastor...” isto quer dizer que ele era ovelha! E ter um senhor implica em ter alguém no comando, na direção dos passos e das atitudes.  Lembre-se: as ovelhas precisam de um condutor. É Ele quem guia “as águas tranquilas”.
 
 
                    O segundo passo seria observar. Não no sentido de apenas olhar, mas de guardar, encucar os preceitos de Deus no coração. Diz o salmista que a palavra é como lâmpada acesa para iluminar os pés e o caminho do servo de Deus (Salmos 119.105). Observe a recomendação do Senhor a Josué para que meditasse nas leis de Deus dia e noite.
 

 
                   A Palavra além de iluminar, ela vivifica, guia, transforma, regenera. Como purificará o jovem o seu caminho? Indaga e logo após dá a resposta: Observar, seguir o que diz as Escrituras sagradas. Não há manual mais completo e eficaz.
 
 
 
Do Livro Razões de uma Caminhada
 
Marion Vaz

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Eu sou brasileiro...


 



Essa frase se transformou no lema de toda pessoa que nasceu e vive no Brasil ou que, por alguma razão, passou a viver em outro país.  Tudo começou com as “Marchas” que levaram inúmeras pessoas a sair do seu comodismo habitual para encarar as ruas as cidades.  O mês de junho ficou conhecido como o mês do despertamento. Cidadãos brasileiros formaram uma espécie de paredão humano pelo qual não deixariam mais passar o descaso, a corrupção, os gastos pelo poder público.

Deixamos para trás aquela “carinha de sofredor” e fomos para as ruas, levando faixas, de caras verde-amarelas e erguemos a nossa bandeira: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

 
Mas nem sempre foi assim... Num passado não tão distante muito diziam que não estavam nem aí e que tudo acabava mesmo era em “pizza”! Lembra? Por mais que se ficasse com raiva de alguma coisa, havia sempre uma “jogada de mestre” do Governo que fazia o povo esquecer a miséria e o abandono em que viviam. Qualquer pracinha, evento popular, qualquer “esmola” para o povo se sentir amado!

Hoje não! Em plena Copa das Confederações, e porque não dizer, por causa dela, ou apesar dela, uma multidão de fieis, fanáticos por futebol, colocou de lado a “bola” e se tornou a "bola da vez" gritando a pleno pulmões o seu descontentamento com as irregularidades cometidas durante tantos anos.

Causa e consequência – Fomos ouvidos! Deixamos nosso recado! Encantamos o resto do mundo que apoiou com marchas e faixas. A nação parou! Os nossos governantes voltaram seus olhos para um povo e suas reivindicações, para suas queixas. Manifestações pacíficas fizeram mais efeito do que o vandalismo de alguns. Fomos para na capa de jornais estrangeiros!  “Um povo heroico retumbante”  cuja “Pátria amada” precisava ser defendida! Exteriorizamos sentimos de patriotismo entoando o hino nacional a pleno pulmões  nas ruas, nas cidades, nos  campos de futebol! Brasileiros fortes, destemidos, “que não fogem a luta”!

Se alguém achou que era “fogo de palha” agora sabe que temos coragem, orgulho, sangue correndo nas veias!  Queremos justiça, queremos nossos diretos e nossas orações ouvidas e respondidas. “Sacudimos” a Explanada, invadimos o espelho d água, “derrubamos”  os portões da invisibilidade e nos tornamos um povo!


Marion Vaz

 

Independence Day

 

 


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Crime organizado nas Manifestações


O Brasil foi invadido por uma “febre” de manifestações que começou nas principais capitais e se alastrou pelo resto do país. O povo saiu às ruas para protestar contra o aumento das passagens de ônibus, uso indevido do dinheiro público e outras reivindicações.

O certo é que milhares de pessoas se concentraram em lugares específicos nas ruas das grandes cidades brasileiras e fizeram uma passeata. À medida que as horas avançavam essa multidão aumentava. Na maior parte do tempo do protesto foram feitas manifestações pacíficas, com cartazes, hino nacional e palavras de ordem que exigiam do Governo, uma atitude mais humana para com a população.

As exigências são necessárias e urgentes, de modo que o povo nas ruas mostrou que não tem mais a intensão de ficar calado e inerte aos desmandos do Governo, da corrupção e do descaso.

No entanto, percebe-se que no meio de um povo pacífico existe um grupo, que vem sendo chamado de “manifestantes radicais” que está usando métodos de destruição em patrimônio público, saqueando lojas e depredando agências bancárias. Além de usar a força bruta para entrar em órgãos públicos.

No Rio de Janeiro, eles quebraram até um semáforo, arrancaram pedras da calçada, atearam fogo em carros, saquearam lojas, destruíram orelhões, quebraram vidros de ônibus com passageiros e agências bancárias, atearam fogo em diversos locais e numa cabine policial além de tentar invadir o prédio da Prefeitura.

Foram colocados tapumes na frente de lojas, bancos e prédios públicos como medida de proteção. Mas isso não intimidou os radicais que arrancaram tudo e usaram como escudo, bem como arrastaram banheiros públicos para usar no confronto com policiais e até um poste de semáforo para usar em depredação.

No Distrito Federal houve confronto com policiais, os manifestantes atearam fogo no Palácio do Itamaraty e usaram bombas. Em outras cidades houve atitudes parecidas fornecendo um padrão comportamental.

A medida cautelar de policiais se limita na proteção desses prédios e do pessoal que possa estar ali e dar assistência na proteção dos manifestantes. Atitudes mais agressivas feitas no início das manifestações foram duramente condenadas pela população e por partidos políticos. Sendo necessária uma limitação em concordância com os manifestantes de só usar balas de borracha e spray ou bombas de efeito moral em casos estremos.

Mas o que me parece, ao ver as imagens transmitidas pelas Redes de TV e Internet que esse grupo radical foi previamente organizado e estabelecido, pois a maneira como agem e a forma como se apresentam, para a desordem e a destruição em nada se parecem com os demais manifestantes. Parecem sim infiltrados e desordeiros, criminosos, contratados para tais distúrbios.

É provável que no meio deles, alguns se atrevam em atitudes mais condenáveis apenas pela adrenalina, pelo ardor do momento, pois aparecem nas imagens de “cara limpa” sem medo de serem identificados. Os demais, no entanto, estão com o rosto coberto, chegaram aos lugares com instrumento de pichação e tem um padrão de atitudes inerentes a bandidagem. Parecendo mesmo um crime organizado.

Fico triste ao ver a depredação, o descaso com o patrimônio público, o vandalismo, a afronta contra a própria população e policiais. Não me parecem atitudes de gente que foi oprimida durante tantos anos, mas sim atitudes criminosas e um vandalismo previamente estudado e organizado. Digo isto porque o padrão é o mesmo em todas as manifestações feitas nas principais cidades do país.

Outro absurdo diante de tanta destruição é que o número de pessoas detidas é ilusório. Num grupo de 300 arruaceiros no Rio de Janeiro, por exemplo, foi anunciado que apenas 11 pessoas foram presas. Acredito que essa medida é vem de certa forma, incentivando ainda a mais o vandalismo.

Estudando o padrão comportamental e a violência desses grupos radicais em meio uma manifestação popular, percebemos a agressividade, os métodos de destruição, os ataques e a dispersão, concluímos que eles foram instruídos e, porque não dizer, "escolhidos a dedo" para tal confronto. Esse é o outro lado da moeda.

Quem são os mandantes? É um caso para ser apurado e investigado pelas autoridades. Se é que isso importa.

Deixo aqui as minhas observações para protestar contra “alguns” que acham que nós, brasileiros, não sabemos observar e pensar, analisar fatos e chegar à verdade.


21/06/2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pátria Amada



Interessante esse despertar da população brasileira em manifestações públicas em várias capitais do país. Em São Paulo, Rio, DF e Minas e outros lugares, as pessoas saíram as ruas para uma manifestação de protesto contra aumento da passagem de ônibus, desacordos em gastos em obras públicas, atitudes de policiais contra os manifestantes e outras reivindicações.

As ruas ficaram repletas de jovens, estudantes e adultos. Até agora ainda tem gente por aí. Eles gritaram, cantaram o hino nacional, mostraram cartazes e certamente, o dia 17 de junho ficará na História.


A manifestação teve o apoio de muitas pessoas através das páginas do Facebook e algumas mensagens de alegria e satisfação pelo ato, pela coragem, pela força.



Infelizmente como nem tudo são flores, uma parcela da multidão começou a provocar policiais, exagerou nos protestos e picharam e depredaram prédios e lugares considerados patrimônio público como o Palácio de Tiradentes e o Paço Imperial, no Rio de Janeiro.




Acredito que muitos dos manifestantes tinham boas intenções e desejavam mesmo um protesto pacífico, os que realmente ocorreu em algumas localidades até certa hora.


Mas, no Rio de Janeiro um grupo de arruaceiros protestou quebrando agencias bancárias, pichando prédios e monumentos e ateando fogo em carros. Os verdadeiros manifestantes criticaram a ação dessa minoria que estava ali somente para "rotular" o protesto.

O Protesto dos "20" como foi chamado foi o evento do ano e só no Rio somou 100 mil participantes que deixaram de estar "deitado em berço esplêndido" para ser "verás que um filho teu não foge a luta". É isso aí Pátria Amada Brasil!!

 
 
 
Marion Vaz